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Artigo – Café: ‘arma-secreta’ para tratar a doença hepática gordurosa não alcoólica

Tratar a obesidade por meio da prática de exercícios e do controle alimentar é, sem dúvida, a base do cuidado para pacientes com doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA)/esteato-hepatite não alcoólica (EHNA).


Mas, tomar pelo menos algumas xícaras de café por dia faz vezes de um potente medicamento adicional, disse a médica Dra. Manal F. Abdelmalek no evento Gastroenterology Updates, na Conferência de Doenças Hepáticas. “Eu recomendo pelo menos duas a três xícaras de café por dia para meus pacientes com DHGNA”, disse a Dra. Manal, professora de medicina e gastroenterologista da Duke University, nos Estados Unidos.

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Seu raciocínio em relação a esta recomendação é influenciado por uma metanálise de 16 estudos, que incluiu mais de 3.000 pessoas que consomem café e 132.000 que não o fazem. A metanálise concluiu que a probabilidade de desenvolver cirrose foi 39% menor entre os consumidores de café. Houve evidências de efeito dose-resposta: pessoas que tomavam pelo menos duas xícaras por dia tiveram uma redução de 47% no risco de cirrose, em comparação com as que não tomavam café; e um consumo mais moderado foi associado a redução de 34%.

 
Além disso, os pesquisadores constataram que, em comparação com a ausência de consumo, tomar café também foi associado a uma redução de 27% na probabilidade de apresentar fibrose hepática avançada. “O que é ainda mais provocante é a evidência de que o café diminui o risco de carcinoma hepatocelular“, disse a gastroenterologista.

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Ela destacou uma metanálise de 18 estudos de coorte realizada no Reino Unido, que somou 2,27 milhões de participantes e 2.905 casos de carcinoma hepatocelular, além de oito estudos de caso-controle com 1.825 casos e 4.652 controles. De acordo com os pesquisadores, tomar pelo menos duas xícaras de café por dia foi associado a uma redução de 35% no risco de carcinoma hepatocelular, independentemente do estágio da doença hepática ou de o paciente consumir álcool, tabaco, ter obesidade, diabetes tipo 2 ou infecção por hepatite B ou C, ou não. “São dados muito impressionantes e certamente é algo que não deve ser ignorado”, destacou a Dra. Manal.

Também há dados “bastante sólidos” de que o café reduz o risco de diabetes tipo 2, continuou a médica. O mecanismo desses benefícios não está claro. “Não se sabe se é a cafeína ou algum outro componente do grão; um fenol, por exemplo. A história por trás do chá não é tão convincente quanto a do café, então talvez seja algo além da cafeína”, disse a Dra. Manal. A médica Dra. Norah A. Terrault, que moderou a sessão, observou que tomar pelo menos duas xícaras de café por dia também foi associado a menos risco de cirrose em pacientes com infecção por hepatite B ou por hepatite C.

Então ela também embarcou na onda do café expresso. “Também sou uma grande defensora da recomendação de café. Tiramos tanto dos pacientes que é bom devolver algo a eles, né?” disse Dra. Norah, professora de medicina e chefe de gastroenterologia e doenças hepáticas da University of Southern California, nos EUA.

Fonte: Medscape

‘‘Mas quem ama a Deus, este é conhecido por Deus.’’ 1 Coríntios 8:3 (para entender, clique aqui, assista ao vídeo e se surpreenda)
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Márcio Antoniassi
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