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China está eliminando o dinheiro para caminhar em direção à vigilância total do governo

Pequim ambiciona suplantar o domínio global do dólar com o Yuan digital e seu grande teste será nos Jogos Olímpicos de 2022.

Sabe-se que os chineses estão entre os primeiros no mundo a inventar o papel moeda, no século VII. Mais de 1.400 anos depois, a China está novamente à beira de criar uma nova forma de moeda governamental.

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Segundo alguns especialistas, isso pode representar uma séria ameaça econômica para os Estados Unidos e o Ocidente. “Não estamos falando de criptomoedas, na verdade, eles estão criando uma moeda física nacional que será representada em formato digital”, disse Erik Bethel, ex-diretor executivo dos EUA no Banco Mundial.

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Bethel explica que enquanto o mundo está focado em criptomoedas privadas como Bitcoin, Pequim se ocupa em construir uma versão digital de sua própria moeda, o Yuan, também conhecido como Renminbi, para controlar seus cidadãos e, eventualmente, ameaçar o domínio do dólar americano.

“Eles criaram praticamente todos os blocos de construção que permitirão que a moeda digital do banco central floresça”, disse Bethel ao CBN News. Yaya Fanusie, ex-analista econômico e contraterrorismo da CIA, disse que o objetivo da China é substituir o dinheiro por uma moeda digital controlada pelo banco central do governo comunista.

Sociedade totalmente controlada

“A China chegou a dizer que, no futuro, pretende ser uma sociedade sem dinheiro. Essa ideia mostra que as notas e as moedas não existirão mais e as pessoas terão em suas ‘carteiras’ a moeda digital”, disse Yaya Fanusie, que também é membro sênior do Centro para Nova Segurança Americana.

Ele explica que essa moeda digital também será emitida pelo banco do governo, permitindo o que o congressista Michael McCaul, o principal republicano do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, diz ser um acesso sem precedentes às transações financeiras das pessoas.

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“Isso lhes dará dados sobre o comportamento das pessoas e como elas gastam seu dinheiro”, disse o deputado McCaul. Quer dizer que Pequim terá poder para rastrear os gastos em tempo real.

“Haverá um tempo em que o Banco do Povo da China, ou seja, o banco central desse país, será capaz de espiar os detalhes de cada transação, além de saber o que todo mundo faz, 24 horas por dia, 7 dias por semana”, alertou Bethel.

Isso significa que se você é um ativista dos direitos humanos ou cristão, as autoridades poderão usar essa nova tecnologia para puni-lo, caso você se envolva  em atividades que sejam consideradas “anti-governamentais”.

Yuan digital
O yuan digital já está se tornando realidade no mercado chinês, onde grande parte das transações já é realizada via smartphones. (Foto: Weibo/The Beijing News)

Uma ferramenta nova para o governo chinês

“Essa capacidade tecnológica é algo que o governo nunca teve antes. Sempre tinha que ir às empresas e dizer ‘ok, corta essa pessoa’. Agora, o governo chinês está bem perto de cortar da pessoa o acesso ao dinheiro”, disse Fanusie.

Eventualmente, as empresas americanas e outras estrangeiras que fazem negócios na China serão obrigadas a usar o novo sistema de pagamento em moeda digital do governo.

“Portanto, estamos falando de questões competitivas, eu diria que há questões de cibersegurança e questões de privacidade. Você está entregando seus dados ao Partido Comunista Chinês ao participar deste sistema de moeda digital”, alertou.

O dólar americano é a moeda de reserva dominante no mundo. O Renminbi da China é o número 8. A ambição de Pequim é, eventualmente, suplantar o domínio global do dólar com o Yuan digital.

China entrará em fase de testes

“A grande preocupação é internacional, especialmente para os EUA. A China está pensando nisso há décadas, eles  se anteciparam. Este mês, o governo comunista anunciou que distribuirá mais de 6 milhões de dólares em sua moeda digital aos cidadãos como parte de uma série de testes em todo o país”, revelou Fanusie.

O primeiro teste começa em Pequim, permitindo que os residentes de lá usem dois aplicativos de bancos do governo para fazer pagamentos digitais. A China então planeja fazer seu grande respingo de moeda digital nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022.

Agora que o maior regime autoritário do mundo lançou essa moeda digital soberana inédita, alguns nos Estados Unidos, como o congressista Mike Waltz, temem que Pequim use essa forma de pagamento para também evitar sanções econômicas.

“O governo chinês convencerá países como Burma, Irã, Coréia do Norte e outros a fazer negócios nessa moeda digital chinesa. Também permitirá que a China e esses países trabalhem em torno de uma de nossas ferramentas mais poderosas, que são as sanções”, disse Waltz ao CBN News, recentemente.

Com base na história, Waltz acredita que a China está muito feliz em compartilhar a tecnologia com outros regimes desonestos que buscam melhorar suas próprias capacidades de vigilância sobre seus cidadãos.

“Quando a China compartilhar isso com países na África, no Oriente Médio e em outros lugares, eles poderão dominar seu povo de acordo com a versão chinesa do governo, mas então esses dados voltarão a Pequim para que eles, literalmente, por meio de reconhecimento facial e de voz, sejam capazes de monitorar o globo”, concluiu Waltz.

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